não há sucesso sem sacrifício

Saiu o resultado do prêmio Jabuti.

Quero ler os livros do Sclyar, do Carpinejar e o de não-ficção sobre Monteiro Lobato (aliás, para quem passa por aeroportos e ama Lobato, vejam que na Laselva há promoção de obras pouco fáceis de achar por uns sete reais, apenas).

Quero, sobretudo, um dia, ganhar um lance d´um prêmio desses – porque aumentam a venda dos livros vencedores e porque dão grana para os autores. E aí, quem sabe, viver como Cristóvão Tezza vai viver em 2010 – apenas da arte da escrita.

Para quem gosta do tema, vale ler o artigo do Cadão Volpato – autor de Relógio sem sol, que estou lendo, e músico do Fellini, que sempre escuto – no Eu!, caderno do jornal Valor! de hoje.

E seguir no sonho. E na luta. Pois não há sucesso sem sacrifício. Não há mesmo.

*

( Depois de hoje, vou ficar offline por um bom tempo. Não sei quanto. Com internet se gasta muito tempo, e agora tenho twitter, que é bem mais prático. Usarei o blog só para compartilhar o que me parecer realmente bom – como tenho feito, aliás, mas com ainda mais parcimônia. Ficarei a sacrificar-me, divertindo-me, suando, trabalhando naquilo que se faz necessário para mim – escrever. Contar histórias. Contar AQUELA história. E as outras. Lerão. )

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Autor: katherinefunke

http://twitter.com/micronotas

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